Para começar

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Pais que desejam tentar um novo jeito de abordar os filhos, de construir relações pautadas por mais respeito e menos gritos, sempre me perguntam por onde começar. Querem saber como desenrolar o novelo de birras, de "maus comportamentos" e agressões, mas se sentem completamente perdidos e sem ferramentas. Olham para as propostas que a parentalidade positiva traz e se sentem atraídos pelas promessas de dias melhores, lares mais equilibrados e crianças mais tranquilas. Para esses pais, eu queria, em primeiro lugar oferecer o meu abraço apertado. Daqueles abraços longos e demorados, que a gente só dá em quem a gente gosta de verdade. E esse abraço vai junto com um conselho: não se iluda. Não existe nada fácil.

A parentalidade positiva não é um botão mágico de resolver problemas. O que esse pensamento tem de tão especial é a possibilidade de criar filhos com mais consciência sobre o nosso papel. E o resultado provável não são crianças perfeitas, mas sim, adultos mais preparados, mais seguros e confiantes dos processos.

Então, antes de me perguntar por onde começar, é fundamental você saber se quer começar. Se acredita que diálogar é mais transformador do que ordenar, se entende que castigos não ensinam e se está disposto a olhar para seu filho com muita, muita verdade. As transformações  começam na gente e quem muda somos nós, não as crianças. Essas mudanças refletem em vários outros setores das nossas vidas, porque é um aprendizado muito rico sobre a gente mesmo. Falo sobre isso no meu workshop que acontece próximo sábado, dia 16 de agosto, em Recife e em setembro chega a Salvador! Estarei na capital baiana no dia 15/09 e para maiores informações, é só clicar no link que está na minha bio! #parentalidadepositiva #equilibrioparental

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