Quando a gente vira bicho

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Perdemos a cabeça de vez em quando. Gritamos, engolimos a vontade de chorar e seguimos, até o fim, numa clara luta pelo controle, pelo poder. Não cedemos, não lembramos de respirar e diante do caos instaurado, a gente consegue piorar as coisas, simplesmente por não calar.

É difícil admitir que erramos. É difícil bater em retirada. É difícil controlar a emoção e ceder espaço para a razão, mas nos piores momentos - brigas, birras, estresse - com as crianças, essa é a melhor alternativa.

Pois, é. Você, adulto, pai ou mãe, tem esse direito. O direito de dizer que está chateado, que está com raiva e que é preciso um tempo. Tem o direito (e o dever) de cuidar e amar tanto o seu filho, que consegue perceber quando o limite já foi ultrapassado há muito tempo e que está na hora de se recompor, se retirar.

Quando ficamos com raiva, acessamos o nosso cérebro reptiliano. Aquela parte bicho mesmo, onde as duas alternativas são: fugir ou lutar. É quando não pensamos, não sentimos. Estamos tão tomados por nossos instintos, que só nos interessa vencer.

Mas a gente sabe que nos conflitos com os filhos não têm essa de ganhar ou perder, né? Então, se autorizar a admitir o que você sente é muito importante e muito, muito transformador.

Vamos falar sobre esse e outros conceitos que a Disciplina Positiva traz no dia 3 de fevereiro, às 14 horas. Só restam 4 vagas! Vamos? Se você tem interesse, me manda um e-mail para luandabarros@gmail.com