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Acho que esse é um daqueles assuntos polêmicos que nenhuma mãe fala muito a respeito e todas fingem que isso nunca acontece com elas. Mas aqui em casa, devido ao grande número de crianças, quase toda noite rola um revezamento de quem vai para a cama da mamãe e do papai. Eu disse "quase" porque tem noites, sabe-se lá porque, ninguém aparece!

Teresa ainda não entrou no esquema, porque sempre que ela chora (de 2 a 5 vezes por noite!!!), sou eu quem vou até ela e ainda não rolou salto mortal sem vara e do berço. Mas ainda me restam dois, que se alternam nas visitas noturnas.

Não criamos uma regra e vamos enfrentando a situação de acordo com o cansaço. Tem noites que João chega na porta e eu já digo: "pode dar meia volta" e ele obedece. Tem noites que ele chega, fica um pouco e volta pra cama. Já Irene vai para o lado do pai (ele não resiste ao seu charme) e, quando percebo, ela está entre nós. Tem dias que ela amanhece nesse ninho, tem dias que eu ou Peu devolvemos para a cama. Só de manhã que é certeza todos estarem por aqui.

Essa movimentação ainda não me incomoda a ponto de me fazer tomar medidas drásticas, mas acho que posso chegar lá. Tenho amigas que já chegaram no seu limite e isso é mais do que justo. Fato é que cama de pai e mãe é o lugar mais incrível do planeta, o mais seguro, mais aconchegante e o mais cheio de amor. Negar tudo isso a um filho seria um crime. #nodramamom